Lágrimas da alma
Poema enviado por: Fábio Gioia
 
No frio cortante da madrugada
O véu da noite me atormenta em dores
Vem o grito asfixiante que atemoriza sem piedade
Não há sol
Não há luz
Não há tréguas...
E uma lágrima as pálpebras me inunda...
O fardo poderia ser leve como brisa
A estupidez faz dele forte como ventania...
E no silêncio altíssimo
Suplico
Derrama-me o canto
Seguido de seu manto...
Penso na minha existência
Aventurei-me em busca de sonhos
Com as cores do impossível
Onde os fios do tempo a existência trança
E as aves enfeitam os ares...
Talvez tenha cumprido minha missão
Se pretendo algo mais alcançar!!!
Somente a escuridão do infinito
E a amplidão do universo
Dirar-me-á...
Tentei ser poeta
Imaginei-me em campos verdejantes com pôneis a brincar
Sonhei...amei na vida
Encontrei...perdi
Chorei...sorri
Sou um mero alguém que com palavras a pincelar
Fracassou em desenhar
O simples verbo amar.
 
Autor: Fábio Gioia
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» Dados sobre o Poema
Título Lágrimas da alma
Autor Fábio Gioia
Categoria Infelicidade
Cadastro 02/09/2015 17:19:14
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