Carlos Drummond de Andrade
Poeta e prosador brasileiro (Itabira, MG, 1902 – Rio de Janeiro, 1987). Poesia complexa e profunda, de múltiplas facetas: a visão de um universo grotesco, a tristeza e horror à vida, o senso de solidariedade humana, a luta pela expressão. Em gênero mais leve, como a crônica, revela, ora com desencanto, ora com espírito satírico, minuciosa observação do cotidiano. Tem sido traduzido para várias línguas. Obras principais: poesia — Alguma poesia (1930), Brejo das almas (1934), Sentimento do mundo (1940), José (1942), A rosa do povo (1945), A paixão medida (1981), Corpo (1984); crônicas —Contos de aprendiz (1951), Fala amendoeira (1957), Cadeira de balanço (1966), O poder ultrajovem (1972)
 
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Título VisitasEnvios
A Bomba35419 vezes46 vezes
A Bruxa22540 vezes36 vezes
A Bunda, que Engraçada43518 vezes333 vezes
A Câmara Viajante8023 vezes11 vezes
A carne é triste depois da felação16484 vezes32 vezes
A castidade com que abria as coxas21570 vezes31 vezes
A excitante fila do feijão9260 vezes8 vezes
A falta que ama155459 vezes528 vezes
A língua girava no céu da boca25966 vezes89 vezes
A língua lambe27683 vezes206 vezes
A máquina do mundo15177 vezes13 vezes
À meia-noite, pelo telefone29852 vezes71 vezes
A moça que mostrava a coxa16519 vezes32 vezes
A música popular entra no paraíso8386 vezes22 vezes
A noite dissolve os homens20055 vezes38 vezes
A paixão medida115351 vezes70 vezes
A palavra mágica66114 vezes130 vezes
Acordar, Viver89350 vezes263 vezes
Ainda que mal40399 vezes190 vezes
Além da Terra, além do Céu87911 vezes392 vezes
Amar406520 vezes1804 vezes
Amor523325 vezes14293 vezes
Amor - pois que é palavra essencial198549 vezes948 vezes
Amor é bicho instruído65141 vezes171 vezes
Ao Amor Antigo95505 vezes735 vezes
Aparição amorosa59319 vezes145 vezes
Áporo8998 vezes3 vezes
Às Mães26355 vezes87 vezes
As sem-razões do amor198628 vezes2019 vezes
Atriz13101 vezes10 vezes
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