Novidades 30/04/2013
 
Casa nova

Hospedado por Estado Virtual
Mais uma mudança, após alguns dias fora do ar, novamente realizamos a mudança de moradia.

Estamos hospedados em um quarto de luxo pela empresa Estado Virtual.

A recepção foi boa, e pelo porte da empresa vemos que não teremos com o que nos preocupar.

Um grande abraço a todos.

Pens@dor - WebMaster
 

Últimas 15 Histórias de Amor
 
» quando te conheci
» Você Precisa saber.
» " O AMOR EM FLOR , EU E VOCÊ "
» Fim de jogo
» WAGUINHO RJ
» " AMOR , AMOR , SOLIDÃO NÃO "
» amo a minha melhor mãe do mundo
» QUERIAPODER FUGIR...
» " DOIS CORAÇÕES CHEIO DE AMOR "
» VIDA...
» PAIXÃO
» PAIXÃO
» EU CHOREI**/*/*/*
» ****** NOSSO AMOR É *******
» Tempo..
 

Último Pensamento
 
Amei-te e por te amar
Só a ti eu não via...
Eras o céu e o mar,
Eras a noite e o dia...
Só quando te perdi
É que eu te conheci...
Quando te tinha diante
Do meu olhar submerso
Não eras minha amante...
Eras o Universo...
Agora que te não tenho,
És só do teu tamanho.
Estavas-me longe na alma,
Por isso eu não te via...
Presença em mim tão calma,
Que eu a não sentia.
Só quando meu ser te perdeu
Vi que não eras eu.
Não sei o que eras. Creio
Que o meu modo de olhar,
Meu sentir meu anseio
Meu jeito de pensar...
Eras minha alma, fora
Do Lugar e da Hora...
Hoje eu busco-te e choro
Por te poder achar
Não sequer te memoro
Como te tive a amar...
Nem foste um sonho meu...
Porque te choro eu?
Não sei... Perdi-te, e és hoje
Real no [...] real...
Como a hora que foge,
Foges e tudo é igual
A si-próprio e é tão triste
O que vejo que existe.
Em que és [...J fictício,
Em que tempo parado
Foste o (...) cilício
Que quando em fé fechado
Não sentia e hoje sinto
Que acordo e não me minto...
[...] tuas mãos, contudo,
Sinto nas minhas mãos,
Nosso olhar fixo e mudo
Quantos momentos vãos
Pra além de nós viveu
Nem nosso, teu ou meu...
Quantas vezes sentimos
Alma nosso contacto
Quantas vezes seguimos
Pelo caminho abstracto
Que vai entre alma e alma…
Horas de inquieta calma!
E hoje pergunto em mim
Quem foi que amei, beijei
Com quem perdi o fim
Aos sonhos que sonhei…
Procuro-te e nem vejo
O meu próprio desejo…
Que foi real em nós?
Que houve em nós de sonho?
De que Nós fomos de que voz
O duplo eco risonho
Que unidade tivemos?
O que foi que perdemos?
Nós não sonhámos. Eras
Real e eu era real.
Tuas mãos — tão sinceras…
Meu gesto — tão leal...
Tu e eu lado a lado...
Isto... e isto acabado...
Como houve em nós amor
E deixou de o haver?
Sei que hoje é vaga dor
O que era então prazer...
Mas não sei que passou
Por nós e acordou...
Amámo-nos deveras?
Amamo-nos ainda?
Se penso vejo que eras
A mesma que és... E finda
Tudo o que foi o amor;
Assim quase sem dor.
Sem dor... Um pasmo vago
De ter havido amar...
Quase que me embriago
De mal poder pensar...
O que mudou e onde?
O que é que em nós se esconde?
Talvez sintas como eu
E não saibas sentil-o...
Ser é ser nosso véu
Amar é encobril-o,
Hoje que te deixei
É que sei que te amei...
Somos a nossa bruma…
É pra dentro que vemos...
Caem-nos uma a uma
As compreensões que temos
E ficamos no frio
Do Universo vazio...
Que importa? Se o que foi
Entre nós foi amor,
Se por te amar me dói
Já não te amar, e a dor
Tem um íntimo sentido,
Nada será perdido...
E além de nós, no Agora
Que não nos tem por véus
Viveremos a Hora
Virados para Deus
E n'um (...) mudo
Compreenderemos tudo.
 
Autor:
Enviado: Caio
 

 

Grandes Imortais
 
Cecília Meireles
Poetisa brasileira, nasceu no Rio de Janeiro em 7 de janeiro de 1901. Em 1910, concluiu o curso primário e, sete anos depois diplomou-se professora primária e passou a desenvolver intensa atividade como educadora. Estudou também línguas, canto, violino. Aos dezoitos anos lançou o livro de poemas Espectros, pelo qual recebeu elogios da crítica especializada. Em 1934 organizou a primeira biblioteca infantil do país. Em 1935 foi nomeada professora de Literatura Luso-brasileira e, depois, de Técnica e Crítica Literária na Universidade do então Distrito Federal. Cecília Meireles faleceu no dia 9 de novembro de 1964, em pleno apogeu de sua atividade literária. Recebeu, post mortem, o Prêmio Machado de Assis, da Academia Brasileira de Letras, pelo conjunto de sua obra. De fina espiritualidade, sua poesia, sem deixar de ser moderna, mergulha raízes nas essências do simbolismo, caracterizando-se, no plano formal, pela riqueza de recursos estilísticos. Obras principais: Viagem (1938); Vaga música (1942); Mar absoluto (1945); Romanceiro da Inconfidência (1953); Solombra (1964).
 


Datas Comemorativas
 
Qua. 22/10 Dia da Sedução
Qui. 23/10 Dia da Aviação e do Aviador
Sex. 24/10 Dia Mundial do Desenvolvimento
Sáb. 25/10 Dia do Sapateiro
Sáb. 25/10 Dia da Democracia
Sáb. 25/10 Dia do Dentista
Dom. 26/10 Dia Oficial do Músico
Ter. 28/10 Dia do Funcionário Público
Qui. 30/10 Dia do Comerciário
Qui. 30/10 Dia do Decorador
Sex. 31/10 Dia das Bruxas
Sáb. 01/11 Dia de Todos os Santos
Dom. 02/11 Dia de Finados
 


Mural de Recados
 
Mensagem para: FLORIANO ALBINO
TÁ INDO EMBORA, É ? JÁ VAI TARDE!!! TOMARA QUE VC COMPRE A PASSAGEM PRA BEM LONGE E SÓ DE IDA. TOME CUIDADO PRA NÃO MÁGOAR A SUA EMORRÓDIA. TÁ BEM? AH, NÃO ESQUECE DE LEVAR NA MALA O REVOTRIL.
;;;;;;;;
 

Últimos 15 Poemas
 
» cuide bem dele
» presença
» DECLARAÇÃO DE AMOR!
» De volta pra casa
» Jubilar
» Você Precisa saber.
» AO LONGO DA MINHA VIDA!!!
» ADEUS
» AMO VOCÊ DE CORAÇÃO
» VIDA!
» te encontrei
» AMOR & SONHO.
» Uma semana sem a parte principal do meu peito
» Daniela
» Recomeço
 


© Copyright 1998 - 2014 Poemas de Amor. Todos os direitos reservados.